À primeira vista vejo algumas semelhanças entre o Optimus Primavera Sound, que a Ritmos organiza, já esta semana, no Parque da Cidade, no Porto, e o Festival de Paredes de Coura. Mas depois leio a notícia acima (já agora agradeço ao anónimo que a referiu num comentário a este post) e constato que, eventualmente, o que salta à vista são mais as diferenças do que as semelhanças.
Recordo, principalmente, os lamentos de quem visita Paredes de Coura no período pós Festival e se queixa do estado em que se encontra a praia fluvial do Taboão, em contraste com as exigências/contrapartidas negociadas na realização deste novo festival no Porto, onde a organização tem, após a realização do festival, três semanas para recuperar tudo o que tenha ficado estragado naquele espaço privilegiado do Porto. Pelos vistos o problema de Paredes de Coura é a falta de capacidade de negociação!
Foto retirada 