
23 setembro 2009
José Manuel Alves: É urgente fixar os jovens
“É urgente fixar a população em Paredes de Coura”, defende
Mas vai mais longe, alargando ainda essa política de fixação, nomeadamente dos jovens, criando incentivos à construção de habitação própria em locais pré-definidos. “As pessoas poderiam comprar os terrenos a preço simbólico e ser ajudados, o que contribuiria para a fixação da população”, defende
Outro factor que contribuiria para a melhoria da qualidade de vida em Paredes de Coura seria o reforço da rede viária. Sobre este assunto, o candidato comunista defende que a ligação à A3 tem de ser uma prioridade.”É primordial, estamos numa asfixia constante”, explica
Continua...
22 setembro 2009
Ai as costas do Abel!
20 setembro 2009
José Manuel Alves: O fiel da balança
O objectivo da CDU para as próximas eleições autárquicas já não é segredo: José Manuel Alves, que lidera a lista da coligação à Câmara Municipal de Paredes de Coura, quer reeditar o resultado alcançado em 1982, altura em que a então APU conseguiu um lugar de vereador no executivo courense, e ocupar um lugar no elenco camarário.
O candidato comunista diz que é utópico pensar em ganhar a câmara, mas está confiante num crescimento do partido e na eleição de um vereador. “Temos as nossas propostas e dinâmicas que podemos levar para a autarquia. Já lá estivemos em 1982 e a nossa actividade foi positiva”, esclarece José Manuel Alves, que alarga o desejo de crescimento à representação na assembleia municipal e fala mesmo em vitória nas quatro freguesias onde a CDU apresenta lista a sufrágio. CLICAR PARA OUVIR O SOM
A eleição de um vereador da CDU para a Câmara de Coura poderia representar, num cenário em que os outros dois partidos concorrentes conseguiriam apenas dois vereadores cada um, um papel de relevo para o eleito comunista que seria, refere o cabeça de lista, o fiel da balança no executivo camarário. “Isso seria o ideal”, refere José Manuel Alves, lembrando contudo que, em 1982, o vereador comunista ombreava com outro vereador social-democrata, contra uma maioria socialista.
“Seria bom para o povo de Coura que nós fossemos o fiel da balança”, acrescenta ainda o candidato da CDU à Câmara Municipal, colocando desde logo um ponto final em qualquer especulação sobre para que lado penderia essa balança. “A balança penderia para os reais interesses da população courense”, resume José Manuel Alves. CLICAR PARA OUVIR O SOM
18 setembro 2009
Mais entrevistas
16 setembro 2009
PS ao ritmo da concertina
No palco, o rosto de Pereira Júnior e a sua frase de campanha, “Coura Primeiro”, foram o cenário que acolheu a apresentação de todos os elementos das listas candidatas às assembleias de freguesia e à Assembleia Municipal. Muitos nomes, muitas ausências, numa noite de segunda-feira que não conseguiu levar enchente ao Centro Cultural.
Nem sequer a anunciada presença de Luís Amado, que trocou a sua habitual farda de ministro dos Negócios Estrangeiros pela de membro do secretariado socialista, parece ter sido motivo suficiente para tirar a bandeira do armário e rumar à vila. E assim não puderam escutar Rui Solheiro, primeiro, e Luís Amado, depois, a afirmar que Pereira Júnior era o presidente de Câmara que gostariam de ter.
Elogios à pessoa, mas também à “obra feita” foram a tónica dominante dos discursos dos convidados, que aproveitaram a moldura humana para fazer render o seu peixe e vai de fazer campanha também para as legislativas. Rosalina Martins, cabeça de lista socialista por Viana do Castelo, presente na assistência, deve ter agradecido.
O discurso da noite, obviamente, acabaria por ser o do candidato à Câmara Municipal de Paredes de Coura. Pereira Júnior concorre pela última vez, com uma equipa renovada, mas dedicou uma parte considerável da sua intervenção, a recordar o que foi feito no mandato que agora termina, com especial ênfase no ambiente e na educação. Numa oratória que durante quase uma hora, e que os cabeças de lista às várias assembleias e freguesia aguentaram, estoicamente, de pé, no palco, o actual presidente da Câmara lembrou, ainda, que há projectos que estão por concluir, nomeadamente a conclusão da rede de saneamento e da carta escolar, justificando assim a sua recandidatura. O discurso pode ser visto, praticamente na íntegra, clicando neste link.
A noite acabaria por ter terminar ao ritmo dos típicos cantares ao desafio, numa acção surpresa que trouxe ao palco do Centro Cultural Augusto Canário. Com a sua concertina, o conhecido músico alto-minhoto reanimou uma plateia que acusava o avançado da hora e, no seu jeito peculiar, fez também ele um “discurso” cantado, com exortações à vitória socialista nas autárquicas. No dia 11 de Outubro, a ver qual a música que vai soar nos paços do concelho!
15 setembro 2009
Imagens de campanha 3
14 setembro 2009
A hora da despedida (2)
Na hora da despedida da
Antes disso, já
Críticas rebatidas por Vítor
Numa reacção inspirada, Vítor
Já
A sessão acabaria por ficar também marcada pela ausência de
13 setembro 2009
Candidatos importados
11 setembro 2009
A hora da despedida
09 setembro 2009
Imagens de campanha 2
07 setembro 2009
Para o ano temos dois!

02 setembro 2009
Portagens? Não obrigado!

31 agosto 2009
26 agosto 2009
17 agosto 2009
E os candidatos são...
PSD: Surpresa que vem de Castanheira
Veja-se, por exemplo, o que acontece no PSD. Já se sabia, com o anúncio da candidatura de José Augusto Sousa, que Décio Guerreiro, eterno candidato deste partido à Câmara Municipal de Paredes de Coura, iria deixar a liderança da lista social-democrata. O que não se sabia é que o actual vereador iria trocar as reuniões do executivo camarário pelas da Assembleia Municipal, encabeçando a lista a este órgão autárquico.
De resto, a lista laranja apresenta também algumas novidades, a maior das quais residirá na escolha do número dois. Desenganem-se aqueles que julgavam que o lugar caberia a João Cunha, presidente da concelhia do PSD, porque a escolha recaiu em Albano Sousa que, não sendo um total desconhecido das lides partidárias courenses, assume agora papel de especial relevo, relegando o responsável da concelhia laranja para o quarto lugar da lista. Uma tentativa de tentar capitalizar o potencial que Albano Sousa tem granjeado pelo seu trabalho associativo desenvolvido em Castanheira. Pelo meio, na terceira posição, Ana Maria Guerreiro, irmã do vereador com o mesmo nome. E a fechar o cinco inicial, Eugénia Sousa, professora de Cossourado.
Mas a lista social-democrata também revela que Venâncio Fernandes não aparece em lado algum de qualquer lista social-democrata. O que, aliado ao facto de não ter sido apresentada nenhuma candidatura independente à autarquia courense, praticamente afasta o empresário das lides políticas do concelho.
PS: Marinheiro na terceira posição
No Partido Socialista, conhecida de antemão a saída de António Esteves e a recandidatura de António Pereira Júnior, era natural que Manuel Monteiro subisse ao segundo lugar da lista. E assim aconteceu. O que já não seria tão previsível era que para o terceiro lugar entrasse uma cara pouco conhecida nestes meandros: Alexandra Marinheiro. A professora da EPRAMI é outra das surpresas das listas hoje apresentadas e, perante a novidade há quem lembre as suas qualidades profissionais, mas também quem recorde a sua relação de parentesco com Rosalina Martins, actual deputada socialista e cabeça de lista pelo partido no distrito de Viana do Castelo.
A fechar os cinco primeiros surgem também Vítor Paulo Pereira, que no mandato actual assumiu a liderança do grupo parlamentar do PS courense na Assembleia Municipal, e ainda Lúcia Barbosa, outra professora também oriunda da EPRAMI. Na lista da Assembleia Municipal, José Augusto Pacheco continua a ser o líder.
CDU: O regresso a Formariz
Em relação à CDU, a lista candidata à Câmara Municipal é liderada por José Manuel Cunha Alves, professor aposentado de Ferreira. E para a Assembleia Municipal surge outro professor, mas também veterinário, João Paulo da Cunha Alves, igualmente de Ferreira. Aliás, as listas da CDU integram vários elementos ligados ao ensino em Paredes de Coura. A grande novidade, contudo, não se verifica na corrida à Câmara e Assembleia, mas sim em relação à Junta de Freguesia de Formariz, que Arlindo Alves, histórico comunista courense, vai tentar recuperar.
E já que se fala em juntas de freguesia, de lembrar também a reedição do combate de há quatro anos na vila, já que Joaquim Felgueiras Lopes, do PS, vai ter novamente a concorrência de Paula Caldas, pelo PSD e João Brito Braga, pela CDU.
Números & Estatísticas

14 agosto 2009
Um mês depois...
Um mês depois, a praia fluvial do Taboão continua interdita a banhos. Os resultados das análises semanais às águas do Coura têm estado melhores, mas parece que ainda não o suficiente para que o delegado de saúde levante a interdição.Assim, em pleno pico do Verão, e com as condições meteorológicas a pedirem um mergulho refrescante, continuamos impedidos de usufruir de uma das maiores riquezas de Paredes de Coura. Urge tomar medidas urgentes: por um lado prevenir, por outro lado sancionar quem contribui para este tipo de situações.
11 agosto 2009
Para turista ver

05 agosto 2009
Martins contra Martins
04 agosto 2009
Temos festa!

29 julho 2009
E a dois meses das eleições...
Será?
27 julho 2009
24 julho 2009
Desconsideração

22 julho 2009
A confirmação do que já todos sabiam

20 julho 2009
Praia interdita... a uma semana do Festival
Começa mal a época balnear
Uma má notícia, especialmente tendo em conta que dentro de menos de uma semana começam a chegar àquelas paragens milhares de visitantes para participarem no Festival de Paredes de Coura e as águas do Coura são sempre atractivo extra para quem resolve vir mais cedo, acampar e aproveitar as belezas naturais do concelho.
Curiosamente é uma notícia que teima em repetir-se, ano após ano. Já no ano passado, umas semanas mais cedo é certo, as análises efectuadas às águas do Coura no Taboão ditaram a sua interdição a banhos, com a culpa a ser atribuída a descargas ilegais de esgotos no rio e também às fortes chuvas que se fizeram sentir na altura (e que provavelmente foram aproveitadas para disfarçar as descargas, digo eu). No ano anterior tivemos outros dois episódios semelhantes, com as análises a ditarem a atribuição da classificação de “Má” às águas do rio na zona da praia fluvial.
Urge mais fiscalização, não me canso de repetir. O rio e a praia fluvial são dois atractivos do concelho e merecem melhor do que um aviso a alertar para a proibição dos banhos. Merecem respeito e, sobretudo, mais atenção. Já agora, e tendo em conta que após a realização do Festival os valores das análises às águas do Coura são, habitualmente, piores do que eram antes, não seria de aproveitar a altura e sensibilizar os turistas para a protecção de um recurso que, ano após ano, também é deles?
17 julho 2009
Independentes & Companhia, Lda.
15 julho 2009
Nós também temos um... previsto

10 julho 2009
Prevenir?
Numa altura
Eu explico: por um lado, porque é aqui que resido e trabalho e por isso é natural que tenha mais preocupações em relação ao ambiente onde estou inserido. Mas o principal por detrás da minha questão nem será isso. É que, convém não esquecer, estamos
Veja-se o caso do Festival, por exemplo. Em quatro dias milhares de pessoas vão estar por cá. E estará prevista qualquer acção de sensibilização, por um lado, ou de prevenção, por outro lado? Será que vamos ter reforço das condições de higiene, tanto no recinto e espaço envolvente como na própria vila? Será que, com o aumento exponencial da utilização de espaços como os wc’s públicos e a piscina municipal, vão ser adoptados novos procedimentos que evitem a propagação da doença?
Desconheço se autarquia, promotores ou autoridades sanitárias têm algum plano na manga para estes dias. Não sei se vão, por exemplo, aproveitar a grande concentração de pessoas para lhes fazer chegar informação sobre o assunto, ou às empresas participantes nos dias anteriores. Ou se vão exigir mais sanitários ou lava-mãos no recinto. Mas que seria recomendável, disso não tenho dúvidas.
E depois temos o dia seguinte, ou seja o período pós-Festival. Com tanta gente junta, a probabilidade de existir transmissão da doença aumenta substancialmente e, pelo que sei, não existe nenhum plano de contingência, a nível municipal, para rastrear ou encaminhar quem apresente sintomas da Gripe A. Ligar para Linha Saúde 24 será suficiente? Ou será que, a três semanas do pico de afluência a Paredes de Coura, ainda há alguma coisa para fazer neste sentido?
Dia de decisões?
09 julho 2009
Onde é eu que já vi isto?
08 julho 2009
Às voltinhas
03 julho 2009
O futuro também passa pelo campo

30 junho 2009
O Vale do Minho tem voz

Uma rádio com pronúncia é o mote publicitário que rodeia o surgimento da Rádio Vale do Minho, o mais recente projecto radiofónico desta região. Não se trata, contudo, de uma nova rádio, antes do aproveitamento das sinergias de quatro rádios locais existentes (
O conceito não é novo e, de um certo e perigoso modo, apresenta características muito semelhantes ao que foi em tempos levado a cabo pela Rádio Capital, que aproveitava o sinal de vários emissores locais para fazer chegar uma emissão de rádio produzida em Lisboa. Estou, no entanto, certo que os responsáveis deste novo desafio tiveram em conta as limitações impostas à Rádio Capital pelas autoridades responsáveis pelo licenciamento das emissões. Exemplo disso é a produção jornalística apresentada pela Rádio Vale do Minho que, fazendo uso dos recursos humanos dispersos pelas quatro estações de rádio, apresenta agora uma grelha informativa comum, necessariamente mais rica e abrangente.
Inicialmente a Rádio Vale do Minho vai ficar sedeada em Monção, mas deverá mudar para Valença dentro de alguns meses, assumindo uma maior centralidade no que respeita aos cinco concelhos que se propõe representar. E digo cinco porque também Paredes de Coura está nos planos de cobertura deste novo projecto. Pelo menos no que respeita a cobertura noticiosa, pois em termos de frequências, para Paredes de Coura é indicada a mesma frequência de Vila Nova de Cerveira, já que aquela que está reservada para o nosso concelho não está, actualmente, a ser utilizada.
25 junho 2009
Pois, pois...
24 junho 2009
O púlpito não tem partido
Isto explica muita coisa...

22 junho 2009
Olá Viana!
Velocidade de cruzeiro
Sem obstáculos, a viagem corre mais depressa. E sem Maria
Ausente, a líder da bancada social-democrata não escutou as críticas de
De resto, sem os “pesos pesados” da bancada do PSD, a sessão decorreu sobre rodas, apenas com duas intervenções dos social-democratas. Mas sem polémicas, sem exaltações… sem interesse?
19 junho 2009
Vão dizer isso ao Governo...
Segunda parte
16 junho 2009
A Saúde cada vez mais longe

15 junho 2009
Recordações da Feira

14 junho 2009
12 junho 2009
Valença já é cidade! E agora?
07 junho 2009
A Europa, cá pelo "burgo"
O PSD ganhou em toda a linha, a nível nacional e a nível distrital. Aliás, no distrito a razia socialista foi tal que, comparando com 2004, os socialistas desceram mais de 17% por cento. De resto, no que respeita aos cinco principais partidos, todos, à excepção óbvia do PS, subiram a sua votação em relação às últimas europeias. O Bloco de Esquerda, aliás, consegue uma dupla “vitória” ao quase triplicar a sua prestação e ao ultrapassar a CDU. De referir, já agora, a boa prestação do MEP que, estreando nestas eleições, conseguiu ser a sexta força política mais votada, no país e no distrito.
Concelho a concelho, no distrito o PSD ganhou em todos os municípios. Ou seja, mesmos nos seis concelhos onde os socialistas tinham ganho em 2004, agora a vitória sorriu aos social-democratas. Incluindo em Melgaço, onde nem a influência do líder da distrital socialista, o presidente da autarquia, valeu ao PS, que caiu 15% em relação a 2004. Tal como em Vila Nova de Cerveira, onde também perdeu com menos 15% que nas últimas europeias. Ou ainda em Paredes de Coura, onde a diferença para 2004 foi ainda maior, rondando os 19%.
A derrota do PS nem sequer pode ter justificação na elevada abstenção, que rondou os 67%. È que, apesar da subida da abstenção, houve mais gente a votar este ano em comparação com as últimas europeias. Uma contradição que se fica a dever ao novo processo de recenseamento eleitoral automático. Será a derrota de hoje um sinal para as legislativas? Sem dúvida! Mas convém não esquecer que, a nível nacional, o resultado do PSD, apesar de vitorioso, também não foi famoso.
05 junho 2009
Era o que se previa...
Sugestão de leitura

04 junho 2009
A Europa, lá tão longe
Se dúvidas existissem de que a população portuguesa está alheada de tudo o que gira em torno das eleições europeias do próximo domingo, o comício de ontem do PS por Terras de Coura é disso exemplo. Um Centro Cultural com pouca gente de pé e alguns lugares sentados ainda vazios, foi o fraco cenário que acolheu a única passagem de um candidato europeu pelo concelho. Ainda assim, rezam as crónicas de quem tem acompanhado o dia-a-dia da campanha eleitoral, o comício de ontem em Paredes de Coura conseguiu reunir mais gente que o da véspera, realizado em Setúbal. Fraco sinal da adesão popular às questões europeias, à política de uma forma geral.Todos os dias as sondagens nos dão a conhecer as percentagens estimadas para cada candidato e, acima de tudo, mostram-nos a grande percentagem de portugueses que simplesmente não vai votar. E não vai votar não porque não possa, ou porque entenda que o facto de não ir votar poderá mostrar o seu descontentamento face a alguma coisa. Simplesmente não vai votar porque, como costuma dizer uma amiga minha, “está nem aí” e acha que a sua representação na Europa não é assunto que lhe mereça perder mais do que os poucos segundos que demora a pegar no comando da televisão para mudar de canal quando o noticiário começa a dar as últimas da campanha. Também os candidatos têm sentido esse alheamento e daí o apelo que Vital Moreira e os outros que subiram ontem ao palco do Centro Cultural fizeram ao voto no domingo, como forma de luta contra a abstenção.
Vital Moreira, aliás, deve ter-se apercebido do desinteresse com que eram recebidas as suas palavras sobre a Europa, com os lugares vazios a aumentarem à medida que o discurso avançava e a “festa” a só ficar segura pelos jovens socialistas que a caravana trouxe até Paredes de Coura. O “povo” ali reunido vibrou mais com a intervenção de Rui Solheiro, que trouxe à ribalta os investimentos que o Governo, através dos recursos europeus, fez e vai fazer no Alto Minho, com o TGV à cabeça. Ou com Pereira Júnior que, em jeito de prenúncio, lembrou a particularidade de, sempre que nas campanha eleitorais passadas o comício distrital do PS foi feito em Paredes de Coura, os resultados nas urnas deram a vitória aos socialistas.
As outras questões, mais políticas, mas tecnicistas, ficam para outra oportunidade. Com sorte para as legislativas, se não for mais tarde.
03 junho 2009
Pensamento no futuro

02 junho 2009
A Europa também passa por Coura

Telhados de vidro
01 junho 2009
Regresso ao passado
Há dias assim, em que uma pequena coisa, que julgamos simples, nos faz enveredar numa viagem ao passado, aos tempos em que éramos crianças, sem playstations e afins. Os tempos em que era impensável passar toda uma tarde defronte da televisão quando lá fora, a rua, os amigos, as brincadeiras, chamavam por nós a todo o instante. Foi um vislumbre desse passado que tive neste fim-de-semana, um daqueles momentos que, não importa o estado do tempo ou do espírito, nos fazem sempre sorrir, com o avivar de boas recordações.
Graças à Eprami, e a mais uma das muitas iniciativas com que dinamiza a comunidade courense, pude reviver o Natal de 1987, ano em que recebi, com muito esforço dos meus pais, um carro telecomandado. No sábado de manhã, ao observar o circuito montado no Largo Visconde de Mozelos, mesmo sem “conduzir” os autênticos bólides que por lá corriam, pude vibrar com a emoção das curvas e da velocidade. É claro que o carrinho de meio palmo que recebi aos 12 anos, nada tinha a ver com as “máquinas” que por lá andaram a acelerar, mas o princípio
O mesmo espírito, aliás, que recordei à tarde, na praia de Moledo, ao assistir ao Festival de Papagaios que fez muita gente andar com a cabeça nas nuvens. De todos os tamanhos e feitios, despertaram curiosidade, mas o que mais me cativou foi o atelier ali montado para que os mais novos pudessem experimentar uma sensação hoje cada vez mais em desuso: o construir os nossos próprios brinquedos.
Quem, da minha geração e outras mais antigas, não se lembra de pegar num arco e num pau e encontrar ali, de uma forma tão simples, entretenimento para muitas tardes de alegria. E foi o que reencontrei na tarde de sábado, em Moledo, ao ver como ensinavam às crianças de hoje, mais habituadas a encontrar os brinquedos numa prateleira de um qualquer supermercado, como com dois pauzinhos e um pedaço de plástico podiam construir um papagaio de papel. Um vislumbre de outros tempos que sabe sempre bem recordar.








