
Pelo que se lê na comunicação social, no entanto, ficamos a saber que deverá entrar em vigor já no próximo ano e que prevê, entre outras coisas, subsídios pelo nascimento de um filho, que podem ir até aos mil euros e que serão atribuídos em função do escalão de abono do agregado familiar. De realçar também que a autarquia irá comparticipar as despesas que as famílias têm com as crianças, com valores que podem chegar a 80% das despesas.
O regulamento parece ser do agrado de gregos e troianos, ou seja do poder e da oposição, tendo sido aprovado por unanimidade. Aliás, outra coisa seria de estranhar, uma vez que o documento, depois de ter entrado e saído da sala de reuniões da autarquia, reentrou finalmente com propostas de um e de outro lado da barricada, incorporando, por exemplo, algumas das sugestões e reivindicações que o PSD fazia há meses em panfleto que andou pelas ruas do concelho. E lá aparecem os descontos em medicamentos para os idosos, bem como reduções nas taxas de água e saneamento. Este último benefício alarga-se também às famílias numerosas, com cinco ou mais elementos, que passam a pagar menos por estes serviços.
Com este regulamento, a Câmara de Paredes de Coura parece antecipar-se até ao apelo feito pela Associação Nacional de Municípios Portugueses para que os seus associados ajudem os cidadãos a enfrentar a crise. Não deixo contudo de questionar: se não fosse ano de eleições autárquicas, o apoio seria tanto?
Isso da pergunta metafísica é só para a adornar o comentário? Ou é só porque não há outra pergunta?
ResponderEliminarQual a diferença entre o PSD e o Eduardo? Até parece, e será mesmo?, que é o porta-voz oficial...
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