
17 agosto 2009
Números & Estatísticas

14 agosto 2009
Um mês depois...
Um mês depois, a praia fluvial do Taboão continua interdita a banhos. Os resultados das análises semanais às águas do Coura têm estado melhores, mas parece que ainda não o suficiente para que o delegado de saúde levante a interdição.Assim, em pleno pico do Verão, e com as condições meteorológicas a pedirem um mergulho refrescante, continuamos impedidos de usufruir de uma das maiores riquezas de Paredes de Coura. Urge tomar medidas urgentes: por um lado prevenir, por outro lado sancionar quem contribui para este tipo de situações.
11 agosto 2009
Para turista ver

05 agosto 2009
Martins contra Martins
04 agosto 2009
Temos festa!

29 julho 2009
E a dois meses das eleições...
Será?
27 julho 2009
24 julho 2009
Desconsideração

22 julho 2009
A confirmação do que já todos sabiam

20 julho 2009
Praia interdita... a uma semana do Festival
Começa mal a época balnear
Uma má notícia, especialmente tendo em conta que dentro de menos de uma semana começam a chegar àquelas paragens milhares de visitantes para participarem no Festival de Paredes de Coura e as águas do Coura são sempre atractivo extra para quem resolve vir mais cedo, acampar e aproveitar as belezas naturais do concelho.
Curiosamente é uma notícia que teima em repetir-se, ano após ano. Já no ano passado, umas semanas mais cedo é certo, as análises efectuadas às águas do Coura no Taboão ditaram a sua interdição a banhos, com a culpa a ser atribuída a descargas ilegais de esgotos no rio e também às fortes chuvas que se fizeram sentir na altura (e que provavelmente foram aproveitadas para disfarçar as descargas, digo eu). No ano anterior tivemos outros dois episódios semelhantes, com as análises a ditarem a atribuição da classificação de “Má” às águas do rio na zona da praia fluvial.
Urge mais fiscalização, não me canso de repetir. O rio e a praia fluvial são dois atractivos do concelho e merecem melhor do que um aviso a alertar para a proibição dos banhos. Merecem respeito e, sobretudo, mais atenção. Já agora, e tendo em conta que após a realização do Festival os valores das análises às águas do Coura são, habitualmente, piores do que eram antes, não seria de aproveitar a altura e sensibilizar os turistas para a protecção de um recurso que, ano após ano, também é deles?
17 julho 2009
Independentes & Companhia, Lda.
15 julho 2009
Nós também temos um... previsto

10 julho 2009
Prevenir?
Numa altura
Eu explico: por um lado, porque é aqui que resido e trabalho e por isso é natural que tenha mais preocupações em relação ao ambiente onde estou inserido. Mas o principal por detrás da minha questão nem será isso. É que, convém não esquecer, estamos
Veja-se o caso do Festival, por exemplo. Em quatro dias milhares de pessoas vão estar por cá. E estará prevista qualquer acção de sensibilização, por um lado, ou de prevenção, por outro lado? Será que vamos ter reforço das condições de higiene, tanto no recinto e espaço envolvente como na própria vila? Será que, com o aumento exponencial da utilização de espaços como os wc’s públicos e a piscina municipal, vão ser adoptados novos procedimentos que evitem a propagação da doença?
Desconheço se autarquia, promotores ou autoridades sanitárias têm algum plano na manga para estes dias. Não sei se vão, por exemplo, aproveitar a grande concentração de pessoas para lhes fazer chegar informação sobre o assunto, ou às empresas participantes nos dias anteriores. Ou se vão exigir mais sanitários ou lava-mãos no recinto. Mas que seria recomendável, disso não tenho dúvidas.
E depois temos o dia seguinte, ou seja o período pós-Festival. Com tanta gente junta, a probabilidade de existir transmissão da doença aumenta substancialmente e, pelo que sei, não existe nenhum plano de contingência, a nível municipal, para rastrear ou encaminhar quem apresente sintomas da Gripe A. Ligar para Linha Saúde 24 será suficiente? Ou será que, a três semanas do pico de afluência a Paredes de Coura, ainda há alguma coisa para fazer neste sentido?
Dia de decisões?
09 julho 2009
Onde é eu que já vi isto?
08 julho 2009
Às voltinhas
03 julho 2009
O futuro também passa pelo campo

30 junho 2009
O Vale do Minho tem voz

Uma rádio com pronúncia é o mote publicitário que rodeia o surgimento da Rádio Vale do Minho, o mais recente projecto radiofónico desta região. Não se trata, contudo, de uma nova rádio, antes do aproveitamento das sinergias de quatro rádios locais existentes (
O conceito não é novo e, de um certo e perigoso modo, apresenta características muito semelhantes ao que foi em tempos levado a cabo pela Rádio Capital, que aproveitava o sinal de vários emissores locais para fazer chegar uma emissão de rádio produzida em Lisboa. Estou, no entanto, certo que os responsáveis deste novo desafio tiveram em conta as limitações impostas à Rádio Capital pelas autoridades responsáveis pelo licenciamento das emissões. Exemplo disso é a produção jornalística apresentada pela Rádio Vale do Minho que, fazendo uso dos recursos humanos dispersos pelas quatro estações de rádio, apresenta agora uma grelha informativa comum, necessariamente mais rica e abrangente.
Inicialmente a Rádio Vale do Minho vai ficar sedeada em Monção, mas deverá mudar para Valença dentro de alguns meses, assumindo uma maior centralidade no que respeita aos cinco concelhos que se propõe representar. E digo cinco porque também Paredes de Coura está nos planos de cobertura deste novo projecto. Pelo menos no que respeita a cobertura noticiosa, pois em termos de frequências, para Paredes de Coura é indicada a mesma frequência de Vila Nova de Cerveira, já que aquela que está reservada para o nosso concelho não está, actualmente, a ser utilizada.
25 junho 2009
Pois, pois...
24 junho 2009
O púlpito não tem partido
Isto explica muita coisa...
22 junho 2009
Olá Viana!
Velocidade de cruzeiro
Sem obstáculos, a viagem corre mais depressa. E sem Maria
Ausente, a líder da bancada social-democrata não escutou as críticas de
De resto, sem os “pesos pesados” da bancada do PSD, a sessão decorreu sobre rodas, apenas com duas intervenções dos social-democratas. Mas sem polémicas, sem exaltações… sem interesse?
19 junho 2009
Vão dizer isso ao Governo...
Segunda parte
16 junho 2009
A Saúde cada vez mais longe

15 junho 2009
Recordações da Feira

14 junho 2009
12 junho 2009
Valença já é cidade! E agora?
07 junho 2009
A Europa, cá pelo "burgo"
O PSD ganhou em toda a linha, a nível nacional e a nível distrital. Aliás, no distrito a razia socialista foi tal que, comparando com 2004, os socialistas desceram mais de 17% por cento. De resto, no que respeita aos cinco principais partidos, todos, à excepção óbvia do PS, subiram a sua votação em relação às últimas europeias. O Bloco de Esquerda, aliás, consegue uma dupla “vitória” ao quase triplicar a sua prestação e ao ultrapassar a CDU. De referir, já agora, a boa prestação do MEP que, estreando nestas eleições, conseguiu ser a sexta força política mais votada, no país e no distrito.
Concelho a concelho, no distrito o PSD ganhou em todos os municípios. Ou seja, mesmos nos seis concelhos onde os socialistas tinham ganho em 2004, agora a vitória sorriu aos social-democratas. Incluindo em Melgaço, onde nem a influência do líder da distrital socialista, o presidente da autarquia, valeu ao PS, que caiu 15% em relação a 2004. Tal como em Vila Nova de Cerveira, onde também perdeu com menos 15% que nas últimas europeias. Ou ainda em Paredes de Coura, onde a diferença para 2004 foi ainda maior, rondando os 19%.
A derrota do PS nem sequer pode ter justificação na elevada abstenção, que rondou os 67%. È que, apesar da subida da abstenção, houve mais gente a votar este ano em comparação com as últimas europeias. Uma contradição que se fica a dever ao novo processo de recenseamento eleitoral automático. Será a derrota de hoje um sinal para as legislativas? Sem dúvida! Mas convém não esquecer que, a nível nacional, o resultado do PSD, apesar de vitorioso, também não foi famoso.
05 junho 2009
Era o que se previa...
Sugestão de leitura

04 junho 2009
A Europa, lá tão longe
Se dúvidas existissem de que a população portuguesa está alheada de tudo o que gira em torno das eleições europeias do próximo domingo, o comício de ontem do PS por Terras de Coura é disso exemplo. Um Centro Cultural com pouca gente de pé e alguns lugares sentados ainda vazios, foi o fraco cenário que acolheu a única passagem de um candidato europeu pelo concelho. Ainda assim, rezam as crónicas de quem tem acompanhado o dia-a-dia da campanha eleitoral, o comício de ontem em Paredes de Coura conseguiu reunir mais gente que o da véspera, realizado em Setúbal. Fraco sinal da adesão popular às questões europeias, à política de uma forma geral.Todos os dias as sondagens nos dão a conhecer as percentagens estimadas para cada candidato e, acima de tudo, mostram-nos a grande percentagem de portugueses que simplesmente não vai votar. E não vai votar não porque não possa, ou porque entenda que o facto de não ir votar poderá mostrar o seu descontentamento face a alguma coisa. Simplesmente não vai votar porque, como costuma dizer uma amiga minha, “está nem aí” e acha que a sua representação na Europa não é assunto que lhe mereça perder mais do que os poucos segundos que demora a pegar no comando da televisão para mudar de canal quando o noticiário começa a dar as últimas da campanha. Também os candidatos têm sentido esse alheamento e daí o apelo que Vital Moreira e os outros que subiram ontem ao palco do Centro Cultural fizeram ao voto no domingo, como forma de luta contra a abstenção.
Vital Moreira, aliás, deve ter-se apercebido do desinteresse com que eram recebidas as suas palavras sobre a Europa, com os lugares vazios a aumentarem à medida que o discurso avançava e a “festa” a só ficar segura pelos jovens socialistas que a caravana trouxe até Paredes de Coura. O “povo” ali reunido vibrou mais com a intervenção de Rui Solheiro, que trouxe à ribalta os investimentos que o Governo, através dos recursos europeus, fez e vai fazer no Alto Minho, com o TGV à cabeça. Ou com Pereira Júnior que, em jeito de prenúncio, lembrou a particularidade de, sempre que nas campanha eleitorais passadas o comício distrital do PS foi feito em Paredes de Coura, os resultados nas urnas deram a vitória aos socialistas.
As outras questões, mais políticas, mas tecnicistas, ficam para outra oportunidade. Com sorte para as legislativas, se não for mais tarde.
03 junho 2009
Pensamento no futuro
02 junho 2009
A Europa também passa por Coura
Telhados de vidro
01 junho 2009
Regresso ao passado
Há dias assim, em que uma pequena coisa, que julgamos simples, nos faz enveredar numa viagem ao passado, aos tempos em que éramos crianças, sem playstations e afins. Os tempos em que era impensável passar toda uma tarde defronte da televisão quando lá fora, a rua, os amigos, as brincadeiras, chamavam por nós a todo o instante. Foi um vislumbre desse passado que tive neste fim-de-semana, um daqueles momentos que, não importa o estado do tempo ou do espírito, nos fazem sempre sorrir, com o avivar de boas recordações.
Graças à Eprami, e a mais uma das muitas iniciativas com que dinamiza a comunidade courense, pude reviver o Natal de 1987, ano em que recebi, com muito esforço dos meus pais, um carro telecomandado. No sábado de manhã, ao observar o circuito montado no Largo Visconde de Mozelos, mesmo sem “conduzir” os autênticos bólides que por lá corriam, pude vibrar com a emoção das curvas e da velocidade. É claro que o carrinho de meio palmo que recebi aos 12 anos, nada tinha a ver com as “máquinas” que por lá andaram a acelerar, mas o princípio
O mesmo espírito, aliás, que recordei à tarde, na praia de Moledo, ao assistir ao Festival de Papagaios que fez muita gente andar com a cabeça nas nuvens. De todos os tamanhos e feitios, despertaram curiosidade, mas o que mais me cativou foi o atelier ali montado para que os mais novos pudessem experimentar uma sensação hoje cada vez mais em desuso: o construir os nossos próprios brinquedos.
Quem, da minha geração e outras mais antigas, não se lembra de pegar num arco e num pau e encontrar ali, de uma forma tão simples, entretenimento para muitas tardes de alegria. E foi o que reencontrei na tarde de sábado, em Moledo, ao ver como ensinavam às crianças de hoje, mais habituadas a encontrar os brinquedos numa prateleira de um qualquer supermercado, como com dois pauzinhos e um pedaço de plástico podiam construir um papagaio de papel. Um vislumbre de outros tempos que sabe sempre bem recordar.
26 maio 2009
Referendo? O que é isso?
23 maio 2009
Dá Deus nozes...
18 maio 2009
E assim nasce uma lixeira...

15 maio 2009
No fundo, bem no fundo
Só agora, quando o prazo chegava ao fim e o Estado ameaçava ir sem dó nem piedade à carteira de milhares de portugueses, é que se fez alguma luz sobre este assunto. E, ao que parece, alguém resolveu fazer mea culpa e adiou a entrada em vigor da nova legislação por mais um ano. De qualquer das formas, interessa aqui referir que este Decreto-Lei, que regula a utilização dos recursos hídricos, tem todo o aspecto de algo que foi fabricado nos confortáveis gabinetes de S. Bento, por alguém que, muito provavelmente, nunca colocou os pés numa qualquer aldeola minhota ou de qualquer outra localidade no interior do país.
Provavelmente até poderei estar errado, mas olhando a lei em questão as dúvidas são muito poucas. Senão, como é que se justifica uma legislação que, ignorando porventura que grande parte deste país em que vivemos ainda não tem rede de distribuição de água, quer cometer a ousadia de registar todos os poços e furos deste Portugal? Mas não se fica por aqui e, num país que só há pouco tempo, com a lufada de ar fresco dos dinheiros comunitários, se começou a preocupar com as questões ambientais e iniciou a implementação de redes de saneamento básico, quer inventariar todas as fossas que por cá existem.
Tarefas hérculeas, poderemos dizer. Ou tarefas estúpidas, também há quem defenda. Mas será mesmo necessário este registo de tudo quanto é buraquinho por onde saia água ou entre porcaria? Será que é com esse registo que se vai saber quantos litros de água existem no subsolo? Ou quantos metros cúbicos de esgoto estão a entrar nos nossos lençóis de água subterrâneos? Não seria melhor voltar as atenções para o como evitar a utilização abusiva dos recursos de que dispomos?
E depois temos ainda a papelada burocrática no seu melhor. Como se não bastasse a tarefa de registar, ainda é preciso atender a todas as especificações que as entidades competentes exigem, que incluem uma descrição detalhada do equipamento em questão e a sua localização georeferenciada. Ou o cúmulo de licenciarmos poços, furos e fossas nas câmaras municipais, como já acontece há alguns anos, e depois esta informação, aparentemente, não servir para nada. Coisas que a burocracia tem...
11 maio 2009
08 maio 2009
Moura no Parlamento, não convence Júnior
José Augusto Caldas: Festival precisa de ter retorno!
É um assunto incontornável quando se fala de Paredes de Coura: o Festival. Como tal, também não poderia escapar na abordagem dos candidatos às próximas eleições autárquicas.
“Há mais de dez anos que financiamos o Festival, mas tarda a haver retorno”, explica
Clique aqui para ouvir o som
As prioridades da candidatura social-democrata, contudo, não se viram para aqui. O programa da sua candidatura já foi tornado público na comunicação social e aqui no Mais pelo Minho, e dedica grande atenção à acção social, nomeadamente na preocupação em dar resposta à população com mais de 60 anos. “A capacidade instalada no concelho ao nível da assistência social é diminuta. Não temos oferta”, critica
O candidato fala ainda de uma outra vertente da assistência social: a questão dos jovens que abandonam os estudos por dificuldades económicas. “É uma das nossas prioridades também”, garante
Clique aqui para ouvir o som
NOTA – Com este post completa-se a entrevista feita a
07 maio 2009
Cidade deserta
05 maio 2009
Quer comentar? Registe-se!
Outras assembleias
02 maio 2009
Noite quente na Assembleia
Noite da passada quarta-feira. Cá fora chuviscava e o tempo estava frio, mas lá dentro, no salão nobre dos Paços do Concelho, o clima aqueceu bastante. Motivo: a já costumeira troca de palavras entre Maria José Carranca e José Augusto Pacheco que, desta vez, aumentou de tom, de tal modo que, a determinada altura, o presidente da Assembleia Municipal de Paredes de Coura ordenou que fosse cortado o som do microfone para onde falava a líder da bancada do PSD, para tentar trazer ordem de novo à reunião.
Em discussão estava a conta de gerência da autarquia courense no ano passado. Maria José Carranca, apoiada num documento elaborado pelo vereador social-democrata José Augusto Caldas (o único da oposição presente na AM), fez um balanço negro das obras do executivo socialista nos últimos quatro anos, resgatando velhos cavalos de batalha do PSD na luta política autárquica, nomeadamente a contestação à concentração das escolas e a construção dos parques de estacionamento que representaram 48 por cento do total de investimento da Câmara neste mandato. As contas estenderam-se depois ao investimento feito nas freguesias, com Maria José Carranca a criticar a forma desigual como foi distribuído e o reduzido valor aplicado nesta área do total de investimento feito no concelho, aproveitando ainda para, em jeito de pré-campanha eleitoral, lançar o projecto defendido pela candidatura de José Augusto Caldas que prevê a transferência automática de verbas para as juntas de freguesia.
Clique aqui para ouvir o som
O pior viria depois. A seguir a Maria José Carranca falou Vítor Paulo Pereira, líder da bancada socialista, que rebateu as críticas social-democratas e criticou a intenção de José Augusto. “Num período eleitoral é muito fácil prometer”, referiu. Mas o que fez saltar a tampa à líder do PSD na AM foi a intervenção seguinte, do presidente da Câmara que, de acordo com Maria José Carranca, não deveria intervir apenas depois dos deputados municipais. “Eu tinha vergonha de apresentar uma coisa que já foi discutida”, criticou, acrescentando que Pereira Júnior nem sequer apresentou, antes “comentou, criticou e fingiu que não ouviu o que o PSD disse”.
Clique aqui para ouvir o som
No seu jeito habitual, Maria José Carranca não se poupou a palavras, de tal modo que o presidente da AM a interrompeu e a advertiu para não desrespeitar os membros da Assembleia Municipal. Seguiram-se dez minutos de acesa discussão, com José Augusto Pacheco a pedir para Maria José Carranca ser “mais honesta e democrática nas intervenções”. Esta parece não ter gostado e continuou no seu estilo. Vale a pena escutar.
Clique aqui para ouvir o som
Já agora, e porque parece que passou despercebido no meio da confusão, refira-se que a conta de gerência da autarquia que, em boa verdade era o que estava a ser discutido, foi aprovada com seis abstenções do PSD. Assim vai a política por Paredes de Coura.





